A Escola Básica de São Lourenço, em Ermesinde, é uma das seis finalistas do distrito do Porto na 12.ª edição do Apps for Good, programa educativo que desafia alunos do ensino básico e secundário a criar aplicações tecnológicas para responder a problemas concretos das suas comunidades. O projeto vencedor na escola de Valongo, batizado Petech, foi distinguido como Finalista do Ensino Básico e segue agora para a final nacional, marcada para 18 de setembro, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.

O Petech é uma aplicação pensada para acompanhar tutores e animais em todas as fases de um processo de adoção. Recorrendo a inteligência artificial, a ferramenta ajuda a escolher o animal mais adequado a cada família, incluindo funcionalidades como calendário de cuidados, rede de voluntários e apoio ao treino comportamental, com o objetivo de tornar as adoções mais responsáveis e sustentáveis.

O projeto foi um dos seis apurados no Encontro Regional Norte da 12.ª edição do Apps for Good, realizado com o apoio da Câmara Municipal da Maia, que reuniu 64 projetos desenvolvidos por cerca de 200 alunos de 30 escolas de 19 municípios. Entre os selecionados do distrito do Porto estão ainda propostas de escolas de Vila Nova de Gaia, Vila do Conde e Póvoa de Varzim, com soluções voltadas para áreas como preparação para emergências, sustentabilidade, inclusão e participação cívica.

O Apps for Good é promovido em Portugal pelo CDI Portugal e está atualmente na 12.ª edição, já tendo envolvido, ao longo de 12 anos, mais de 32 mil alunos, 2.100 professores e 800 escolas em todo o país. A final nacional deste ano reúne, a 18 de setembro, no Pavilhão do Conhecimento, os projetos apurados nos vários encontros regionais realizados este ano em diferentes pontos do país.

Além da Escola Básica de São Lourenço, seguem também para a final nacional, no mesmo dia 18 de setembro, projetos de escolas de Vila Nova de Gaia, Vila do Conde e Póvoa de Varzim, igualmente apurados no Encontro Regional Norte. É a segunda vez que a Escola Secundária Infante D. Henrique, do Porto, chega à final do programa, depois de ter conquistado um prémio na edição anterior com o projeto Horta do Cedo.

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